Pouca resposta
Sintomas persistem apesar de uso adequado por tempo suficiente.
Ajustar medicações pode ser necessário quando há pouca resposta, efeitos colaterais, sonolência, ganho de peso, perda de libido, interações ou dúvidas sobre doses e associações.
É preciso revisar diagnóstico, objetivo do tratamento, tempo de uso, adesão, interações, efeitos adversos, comorbidades e riscos.
Muitas pessoas chegam usando medicações há anos sem revisão clara, ou com combinações que fizeram sentido em outro momento, mas agora precisam ser reavaliadas.
A avaliação considera o que melhorou, o que não melhorou, o que piorou, efeitos adversos e possibilidades de simplificar ou otimizar o plano.
Sintomas persistem apesar de uso adequado por tempo suficiente.
Sonolência, peso, libido, tremor, agitação, náusea ou alterações cognitivas.
Associações acumuladas sem clareza do papel de cada uma.
Tratamento pode não funcionar bem se a hipótese estiver incompleta.
Esquecimentos, horários complexos ou medo dos efeitos.
Reduções precisam ser planejadas para evitar recaída ou sintomas de descontinuação.
A avaliação revisa diagnóstico, medicações atuais e prévias, doses, tempo de uso, resposta, efeitos adversos, exames e prioridades clínicas.
O objetivo é compreender o quadro em profundidade, identificar fatores que mantêm o sofrimento e construir um plano proporcional à gravidade, ao contexto e às preferências do paciente.
Compreensão dos sintomas, início, evolução, contexto de vida, histórico familiar e impacto funcional.
Investigação de condições psiquiátricas, clínicas, uso de substâncias e fatores de sono que podem se sobrepor.
Definição de intervenções proporcionais ao quadro, respeitando riscos, preferências e objetivos do paciente.
Reavaliação de resposta, efeitos colaterais, adesão, recaídas e necessidade de encaminhamentos complementares.
A avaliação ajuda a entender intensidade, duração, prejuízo funcional, comorbidades e o melhor caminho de cuidado.
Nem sempre. Medicações podem ser úteis em alguns casos, mas a indicação depende da avaliação clínica e dos objetivos do tratamento.
Sim. Em muitos quadros, psicoterapia, mudanças de rotina e acompanhamento médico se complementam.
Quando os sintomas geram sofrimento persistente, prejuízo no trabalho, estudos, relações, sono ou segurança.
Alguns sintomas se sobrepõem. Explorar áreas relacionadas pode ajudar a entender melhor o quadro.
Atendimento presencial: Rua Carneiro Lobo, 570, sala 503, Curitiba-PR
Atendimento online: comodidade para pacientes de outros estados ou países.