Preocupação excessiva
Pensamentos repetitivos sobre problemas futuros e dificuldade de desligar.
Ansiedade pode ser uma resposta normal diante de responsabilidades. Quando se torna persistente, intensa ou desproporcional, passa a limitar escolhas, gerar sintomas físicos e comprometer rotina, trabalho, estudos e relações.
Pode envolver pensamentos antecipatórios, medo de perder o controle, evitação, sintomas corporais intensos, crises de pânico e sensação constante de ameaça.
A ansiedade clínica pode aparecer como preocupação persistente, tensão corporal, dificuldade de relaxar, medo de passar mal ou necessidade de evitar situações que antes eram possíveis.
As crises de pânico costumam ser intensas e assustadoras, com sintomas físicos que podem parecer uma emergência. A avaliação ajuda a diferenciar causas psiquiátricas e clínicas.
Pensamentos repetitivos sobre problemas futuros e dificuldade de desligar.
Taquicardia, falta de ar, tremores, sudorese, náuseas, tontura ou aperto no peito.
Medo súbito e intenso, sensação de morte iminente, perda de controle ou necessidade de fugir.
Deixar de dirigir, sair, viajar, trabalhar, estudar ou encontrar pessoas por medo dos sintomas.
Monitoramento constante do corpo e busca repetida por segurança.
Redução de autonomia, isolamento e sofrimento persistente.
A avaliação busca diferenciar ansiedade primária de depressão, TDAH, bipolaridade, trauma, uso de substâncias, alterações do sono e condições clínicas.
O objetivo é compreender o quadro em profundidade, identificar fatores que mantêm o sofrimento e construir um plano proporcional à gravidade, ao contexto e às preferências do paciente.
Compreensão dos sintomas, início, evolução, contexto de vida, histórico familiar e impacto funcional.
Investigação de condições psiquiátricas, clínicas, uso de substâncias e fatores de sono que podem se sobrepor.
Definição de intervenções proporcionais ao quadro, respeitando riscos, preferências e objetivos do paciente.
Reavaliação de resposta, efeitos colaterais, adesão, recaídas e necessidade de encaminhamentos complementares.
Geralmente não é perigosa por si só, mas sintomas novos ou diferentes devem ser avaliados para excluir causas clínicas.
Pode aliviar no curto prazo, mas a evitação costuma manter o medo. O retorno gradual e seguro costuma fazer parte do tratamento.
A avaliação ajuda a entender intensidade, duração, prejuízo funcional, comorbidades e o melhor caminho de cuidado.
Nem sempre. Medicações podem ser úteis em alguns casos, mas a indicação depende da avaliação clínica e dos objetivos do tratamento.
O GAD-7 é mais direcionado a sintomas ansiosos. O DASS-21 pode ser útil quando a queixa envolve ansiedade, estresse crônico, exaustão, irritabilidade e sintomas depressivos ao mesmo tempo.
Alguns sintomas se sobrepõem. Explorar áreas relacionadas pode ajudar a entender melhor o quadro.
Atendimento presencial: Rua Carneiro Lobo, 570, sala 503, Curitiba-PR
Atendimento online: comodidade para pacientes de outros estados ou países.