Sintomas atuais
Mapeamento de queixas, intensidade, duração e prejuízo.
A avaliação psiquiátrica busca compreender sintomas, história de vida, contexto, funcionamento, riscos, comorbidades e possibilidades de tratamento de forma individualizada.
Ela envolve escuta, hipótese diagnóstica, diagnóstico diferencial, avaliação de risco, orientação, plano terapêutico e acompanhamento.
Muitas pessoas chegam sem saber exatamente qual diagnóstico têm. Outras já fizeram tratamentos e precisam reorganizar hipóteses, medicações ou próximos passos.
A consulta integra sintomas, história, rotina, sono, substâncias, condições clínicas, relações, trabalho e objetivos do paciente.
Mapeamento de queixas, intensidade, duração e prejuízo.
Desenvolvimento, família, escola, trabalho, relações e eventos marcantes.
Tratamentos prévios, resposta, efeitos colaterais e adesão.
Fatores que podem causar, piorar ou manter sintomas.
Avaliação de segurança, impulsividade, suicídio, psicose ou uso problemático.
Condutas proporcionais ao quadro e aos objetivos do paciente.
A avaliação organiza hipóteses diagnósticas, diferencia condições semelhantes, identifica fatores de manutenção e define um plano de cuidado.
O objetivo é compreender o quadro em profundidade, identificar fatores que mantêm o sofrimento e construir um plano proporcional à gravidade, ao contexto e às preferências do paciente.
Compreensão dos sintomas, início, evolução, contexto de vida, histórico familiar e impacto funcional.
Investigação de condições psiquiátricas, clínicas, uso de substâncias e fatores de sono que podem se sobrepor.
Definição de intervenções proporcionais ao quadro, respeitando riscos, preferências e objetivos do paciente.
Reavaliação de resposta, efeitos colaterais, adesão, recaídas e necessidade de encaminhamentos complementares.
Às vezes sim, mas em alguns casos a compreensão exige acompanhamento, informações complementares e observação da evolução.
Não necessariamente. A prescrição depende da avaliação, gravidade, risco, preferências e alternativas de cuidado.
A avaliação ajuda a entender intensidade, duração, prejuízo funcional, comorbidades e o melhor caminho de cuidado.
Nem sempre. Medicações podem ser úteis em alguns casos, mas a indicação depende da avaliação clínica e dos objetivos do tratamento.
Alguns sintomas se sobrepõem. Explorar áreas relacionadas pode ajudar a entender melhor o quadro.
Atendimento presencial: Rua Carneiro Lobo, 570, sala 503, Curitiba-PR
Atendimento online: comodidade para pacientes de outros estados ou países.