Autocrítica intensa
Cobrança interna constante e dificuldade de reconhecer conquistas.
Baixa autoestima pode envolver insegurança, comparação, vergonha, medo de errar, necessidade de aprovação e sensação persistente de inadequação.
Pode estar ligada a depressão, ansiedade social, trauma, TDAH, autismo, relações difíceis, perfeccionismo e experiências repetidas de invalidação.
A pessoa pode funcionar bem por fora e, ainda assim, sentir que nunca é suficiente, que será descoberta como fraude ou que precisa se provar o tempo todo.
A avaliação considera humor, ansiedade, história de vida, padrões relacionais, funcionamento e comorbidades.
Cobrança interna constante e dificuldade de reconhecer conquistas.
Medir valor pessoal pelo desempenho ou pela vida dos outros.
Evitar exposição, conflito ou decisões por vergonha.
Exigir desempenho alto para sentir segurança temporária.
Sensação de fraude mesmo com evidências de competência.
Dependência de aprovação ou dificuldade de colocar limites.
A avaliação busca entender se a baixa autoestima é sintoma de depressão, ansiedade, trauma, neurodivergência, personalidade ou padrões aprendidos.
O objetivo é compreender o quadro em profundidade, identificar fatores que mantêm o sofrimento e construir um plano proporcional à gravidade, ao contexto e às preferências do paciente.
Compreensão dos sintomas, início, evolução, contexto de vida, histórico familiar e impacto funcional.
Investigação de condições psiquiátricas, clínicas, uso de substâncias e fatores de sono que podem se sobrepor.
Definição de intervenções proporcionais ao quadro, respeitando riscos, preferências e objetivos do paciente.
Reavaliação de resposta, efeitos colaterais, adesão, recaídas e necessidade de encaminhamentos complementares.
A avaliação ajuda a entender intensidade, duração, prejuízo funcional, comorbidades e o melhor caminho de cuidado.
Nem sempre. Medicações podem ser úteis em alguns casos, mas a indicação depende da avaliação clínica e dos objetivos do tratamento.
Sim. Em muitos quadros, psicoterapia, mudanças de rotina e acompanhamento médico se complementam.
Quando os sintomas geram sofrimento persistente, prejuízo no trabalho, estudos, relações, sono ou segurança.
O teste ajuda a organizar autoestima global, mas a interpretação precisa considerar humor, relações, história de vida, perfeccionismo, trauma e experiências recentes.
Alguns sintomas se sobrepõem. Explorar áreas relacionadas pode ajudar a entender melhor o quadro.
Atendimento presencial: Rua Carneiro Lobo, 570, sala 503, Curitiba-PR
Atendimento online: comodidade para pacientes de outros estados ou países.