Perda de controle
Prometer reduzir e repetir apesar do prejuízo.
Uso compulsivo de pornografia ou comportamentos sexuais repetitivos podem gerar perda de controle, culpa, prejuízo nas relações, queda de desempenho e sofrimento emocional.
A avaliação considera perda de controle, sofrimento, prejuízo, impulsividade, ansiedade, trauma, TDAH, bipolaridade e padrões de regulação emocional.
Desejo sexual alto não é doença por si só. O problema clínico aparece quando há repetição com perda de controle, sofrimento, prejuízo ou uso para regular emoções de forma rígida.
A abordagem precisa ser cuidadosa, sem julgamento, diferenciando comportamento compulsivo de valores pessoais, culpa moral, ansiedade e conflitos relacionais.
Prometer reduzir e repetir apesar do prejuízo.
Recorrer ao comportamento para aliviar ansiedade, tédio, solidão ou tristeza.
Sofrimento após o comportamento e tendência a esconder.
Conflitos, afastamento, quebra de acordos ou queda de intimidade.
Tempo excessivo, atrasos, queda de foco ou prejuízo no trabalho.
Busca de estímulos mais frequentes ou intensos para obter o mesmo efeito.
A avaliação considera frequência, controle, prejuízo, sofrimento, comorbidades, história sexual, trauma, uso de substâncias e valores do paciente.
O objetivo é compreender o quadro em profundidade, identificar fatores que mantêm o sofrimento e construir um plano proporcional à gravidade, ao contexto e às preferências do paciente.
Compreensão dos sintomas, início, evolução, contexto de vida, histórico familiar e impacto funcional.
Investigação de condições psiquiátricas, clínicas, uso de substâncias e fatores de sono que podem se sobrepor.
Definição de intervenções proporcionais ao quadro, respeitando riscos, preferências e objetivos do paciente.
Reavaliação de resposta, efeitos colaterais, adesão, recaídas e necessidade de encaminhamentos complementares.
A avaliação ajuda a entender intensidade, duração, prejuízo funcional, comorbidades e o melhor caminho de cuidado.
Nem sempre. Medicações podem ser úteis em alguns casos, mas a indicação depende da avaliação clínica e dos objetivos do tratamento.
Sim. Em muitos quadros, psicoterapia, mudanças de rotina e acompanhamento médico se complementam.
Quando os sintomas geram sofrimento persistente, prejuízo no trabalho, estudos, relações, sono ou segurança.
Alguns sintomas se sobrepõem. Explorar áreas relacionadas pode ajudar a entender melhor o quadro.
Atendimento presencial: Rua Carneiro Lobo, 570, sala 503, Curitiba-PR
Atendimento online: comodidade para pacientes de outros estados ou países.