Histórico de falhas
Pouca resposta a tratamentos antidepressivos adequados.
Escetamina pode ser considerada em casos selecionados de depressão resistente, com avaliação criteriosa, indicação adequada, monitoramento e acompanhamento psiquiátrico contínuo.
É uma opção para situações específicas, geralmente após falhas terapêuticas, exigindo avaliação de riscos, contraindicações e estrutura de aplicação.
Depressão resistente costuma ser considerada quando há resposta insuficiente a tratamentos adequados. A escetamina pode entrar como estratégia especializada em casos selecionados.
A avaliação precisa revisar diagnóstico, tratamentos anteriores, bipolaridade, psicose, substâncias, pressão arterial, risco suicida e expectativas realistas.
Pouca resposta a tratamentos antidepressivos adequados.
Desânimo, anedonia, desesperança, lentificação ou prejuízo funcional.
Risco suicida, bipolaridade, psicose e substâncias precisam ser avaliados.
Pressão, dissociação, sedação e resposta clínica exigem acompanhamento.
Geralmente não substitui acompanhamento psiquiátrico e outras intervenções.
Sem promessas de cura ou resposta garantida.
A avaliação revisa diagnóstico, tratamentos prévios, doses, duração, adesão, comorbidades, riscos e critérios para indicação segura.
O objetivo é compreender o quadro em profundidade, identificar fatores que mantêm o sofrimento e construir um plano proporcional à gravidade, ao contexto e às preferências do paciente.
Compreensão dos sintomas, início, evolução, contexto de vida, histórico familiar e impacto funcional.
Investigação de condições psiquiátricas, clínicas, uso de substâncias e fatores de sono que podem se sobrepor.
Definição de intervenções proporcionais ao quadro, respeitando riscos, preferências e objetivos do paciente.
Reavaliação de resposta, efeitos colaterais, adesão, recaídas e necessidade de encaminhamentos complementares.
A avaliação ajuda a entender intensidade, duração, prejuízo funcional, comorbidades e o melhor caminho de cuidado.
Nem sempre. Medicações podem ser úteis em alguns casos, mas a indicação depende da avaliação clínica e dos objetivos do tratamento.
Sim. Em muitos quadros, psicoterapia, mudanças de rotina e acompanhamento médico se complementam.
Quando os sintomas geram sofrimento persistente, prejuízo no trabalho, estudos, relações, sono ou segurança.
Alguns sintomas se sobrepõem. Explorar áreas relacionadas pode ajudar a entender melhor o quadro.
Atendimento presencial: Rua Carneiro Lobo, 570, sala 503, Curitiba-PR
Atendimento online: comodidade para pacientes de outros estados ou países.