Alucinações
Ouvir, ver ou perceber coisas que outras pessoas não percebem.
Psicoses podem envolver alterações da percepção, pensamento, crenças, comportamento, comunicação, afeto e funcionalidade, exigindo avaliação cuidadosa e acompanhamento contínuo.
Sintomas psicóticos precisam ser avaliados com respeito, sem estigma, considerando sofrimento, riscos, contexto, substâncias, humor, sono e condições clínicas.
Alterações da realidade podem aparecer como vozes, desconfiança intensa, crenças fixas, pensamento desorganizado, isolamento, mudanças de comportamento ou queda funcional.
A avaliação diferencia esquizofrenia, transtorno bipolar, depressão psicótica, uso de substâncias, condições neurológicas e outras causas clínicas.
Ouvir, ver ou perceber coisas que outras pessoas não percebem.
Crenças muito firmes apesar de evidências contrárias, com sofrimento ou prejuízo.
Fala, pensamento ou comportamento difíceis de acompanhar.
Afastamento social, perda de interesse ou redução de iniciativa.
Queda em trabalho, estudos, autocuidado ou relações.
Sono, substâncias, estresse e baixa adesão podem aumentar instabilidade.
A avaliação considera sintomas atuais, duração, risco, funcionalidade, substâncias, humor, exames, histórico familiar e adesão ao tratamento.
O objetivo é compreender o quadro em profundidade, identificar fatores que mantêm o sofrimento e construir um plano proporcional à gravidade, ao contexto e às preferências do paciente.
Compreensão dos sintomas, início, evolução, contexto de vida, histórico familiar e impacto funcional.
Investigação de condições psiquiátricas, clínicas, uso de substâncias e fatores de sono que podem se sobrepor.
Definição de intervenções proporcionais ao quadro, respeitando riscos, preferências e objetivos do paciente.
Reavaliação de resposta, efeitos colaterais, adesão, recaídas e necessidade de encaminhamentos complementares.
A avaliação ajuda a entender intensidade, duração, prejuízo funcional, comorbidades e o melhor caminho de cuidado.
Nem sempre. Medicações podem ser úteis em alguns casos, mas a indicação depende da avaliação clínica e dos objetivos do tratamento.
Sim. Em muitos quadros, psicoterapia, mudanças de rotina e acompanhamento médico se complementam.
Quando os sintomas geram sofrimento persistente, prejuízo no trabalho, estudos, relações, sono ou segurança.
Alguns sintomas se sobrepõem. Explorar áreas relacionadas pode ajudar a entender melhor o quadro.
Atendimento presencial: Rua Carneiro Lobo, 570, sala 503, Curitiba-PR
Atendimento online: comodidade para pacientes de outros estados ou países.