Instabilidade emocional
Mudanças intensas de afeto, sensação de transbordamento e dificuldade de voltar ao eixo.
Dificuldades emocionais persistentes podem envolver instabilidade, impulsividade, medo de abandono, conflitos repetidos, vazio, autocrítica e sofrimento nas relações.
Padrões duradouros podem ser compreendidos e tratados com cuidado, sem reduzir a pessoa a um rótulo ou invalidar sua história.
Algumas pessoas percebem que repetem padrões de sofrimento: relações intensas, medo de rejeição, crises emocionais, explosões, dependência, afastamento ou sensação de vazio.
A avaliação busca entender história de vida, trauma, temperamento, vínculos, comorbidades, risco e possibilidades terapêuticas.
Mudanças intensas de afeto, sensação de transbordamento e dificuldade de voltar ao eixo.
Angústia diante de rejeição real ou percebida.
Atos rápidos em momentos de dor, raiva, vazio ou ansiedade.
Padrões de aproximação e afastamento, intensidade ou rupturas frequentes.
Sensação de falta interna, tédio doloroso ou perda de identidade.
Culpa, desvalorização e medo de ser visto de forma negativa.
A avaliação diferencia personalidade de bipolaridade, TDAH, trauma, depressão, ansiedade, autismo e uso de substâncias, considerando história longitudinal.
O objetivo é compreender o quadro em profundidade, identificar fatores que mantêm o sofrimento e construir um plano proporcional à gravidade, ao contexto e às preferências do paciente.
Compreensão dos sintomas, início, evolução, contexto de vida, histórico familiar e impacto funcional.
Investigação de condições psiquiátricas, clínicas, uso de substâncias e fatores de sono que podem se sobrepor.
Definição de intervenções proporcionais ao quadro, respeitando riscos, preferências e objetivos do paciente.
Reavaliação de resposta, efeitos colaterais, adesão, recaídas e necessidade de encaminhamentos complementares.
A avaliação ajuda a entender intensidade, duração, prejuízo funcional, comorbidades e o melhor caminho de cuidado.
Nem sempre. Medicações podem ser úteis em alguns casos, mas a indicação depende da avaliação clínica e dos objetivos do tratamento.
Sim. Em muitos quadros, psicoterapia, mudanças de rotina e acompanhamento médico se complementam.
Quando os sintomas geram sofrimento persistente, prejuízo no trabalho, estudos, relações, sono ou segurança.
Alguns sintomas se sobrepõem. Explorar áreas relacionadas pode ajudar a entender melhor o quadro.
Atendimento presencial: Rua Carneiro Lobo, 570, sala 503, Curitiba-PR
Atendimento online: comodidade para pacientes de outros estados ou países.