Exaustão emocional
Sensação de estar no limite, sem energia para demandas antes toleráveis.
Burnout e estresse crônico podem envolver exaustão emocional, queda de rendimento, irritabilidade, cinismo, alterações de sono e sensação de não conseguir se recuperar.
A sobrecarga pode afetar corpo, humor, sono, cognição, relações e identidade, especialmente quando a pessoa segue funcionando apesar do esgotamento.
O quadro costuma aparecer em pessoas que sustentam muitas responsabilidades por muito tempo, com pouco descanso real e alta cobrança interna ou externa.
A avaliação diferencia burnout de depressão, ansiedade, TDAH, bipolaridade, uso de substâncias, alterações de sono e problemas clínicos.
Sensação de estar no limite, sem energia para demandas antes toleráveis.
Dificuldade de concentração, lentidão, erros e perda de produtividade.
Impaciência, reatividade e conflitos no trabalho ou em casa.
Insônia, sono leve ou acordar cansado pensando em demandas.
Cinismo, perda de sentido e vontade de se afastar de tudo.
Dor, tensão, palpitações, alterações gastrointestinais ou fadiga persistente.
A avaliação considera contexto profissional, carga de trabalho, personalidade, sono, comorbidades, risco, rede de apoio e necessidade de afastamentos ou ajustes.
O objetivo é compreender o quadro em profundidade, identificar fatores que mantêm o sofrimento e construir um plano proporcional à gravidade, ao contexto e às preferências do paciente.
Compreensão dos sintomas, início, evolução, contexto de vida, histórico familiar e impacto funcional.
Investigação de condições psiquiátricas, clínicas, uso de substâncias e fatores de sono que podem se sobrepor.
Definição de intervenções proporcionais ao quadro, respeitando riscos, preferências e objetivos do paciente.
Reavaliação de resposta, efeitos colaterais, adesão, recaídas e necessidade de encaminhamentos complementares.
Não. Podem se sobrepor, mas burnout está ligado ao contexto de estresse ocupacional. A avaliação ajuda a diferenciar.
Pode ser necessário em alguns casos, mas precisa vir acompanhado de plano de cuidado e reorganização de fatores de manutenção.
A avaliação ajuda a entender intensidade, duração, prejuízo funcional, comorbidades e o melhor caminho de cuidado.
Nem sempre. Medicações podem ser úteis em alguns casos, mas a indicação depende da avaliação clínica e dos objetivos do tratamento.
O teste online é uma triagem inicial. Burnout precisa ser avaliado junto com história clínica, sono, ansiedade, depressão, uso de substâncias, condições médicas, carga de trabalho, contexto institucional e prejuízo funcional.
O CBI-Br é direcionado ao burnout; o DASS-21 separa depressão, ansiedade e estresse. Esta triagem foca em como a pessoa percebe controle, previsibilidade e recursos diante das demandas.
Alguns sintomas se sobrepõem. Explorar áreas relacionadas pode ajudar a entender melhor o quadro.
Atendimento presencial: Rua Carneiro Lobo, 570, sala 503, Curitiba-PR
Atendimento online: comodidade para pacientes de outros estados ou países.