Dor persistente
Sintomas dolorosos que se mantêm e interferem na rotina e qualidade de vida.
Dor crônica e fibromialgia podem se relacionar com sono, humor, ansiedade, fadiga, trauma, estresse e qualidade de vida, exigindo olhar integrado.
A dor é real e pode ser amplificada por sono ruim, estresse, humor, sensibilização do sistema nervoso e sofrimento emocional.
A dor persistente pode reduzir movimento, sono, trabalho, vínculos e autonomia. Com o tempo, ansiedade, depressão e irritabilidade podem surgir como consequência ou fator de manutenção.
A avaliação psiquiátrica ajuda a mapear comorbidades, medicamentos, sono, funcionalidade e possibilidades de cuidado em conjunto com outras especialidades.
Sintomas dolorosos que se mantêm e interferem na rotina e qualidade de vida.
Acordar cansado, com rigidez, fadiga ou piora de sintomas.
Baixa energia, lentificação e dificuldade de sustentar atividades.
Preocupação, desânimo, irritabilidade ou desesperança associados à dor.
Redução de movimento por medo de piora, com perda de condicionamento.
Intolerância a estímulos, sobrecarga e maior reatividade corporal.
A avaliação considera sintomas de humor e ansiedade, sono, medicamentos, intensidade da dor, funcionalidade, histórico clínico e acompanhamento multiprofissional.
O objetivo é compreender o quadro em profundidade, identificar fatores que mantêm o sofrimento e construir um plano proporcional à gravidade, ao contexto e às preferências do paciente.
Compreensão dos sintomas, início, evolução, contexto de vida, histórico familiar e impacto funcional.
Investigação de condições psiquiátricas, clínicas, uso de substâncias e fatores de sono que podem se sobrepor.
Definição de intervenções proporcionais ao quadro, respeitando riscos, preferências e objetivos do paciente.
Reavaliação de resposta, efeitos colaterais, adesão, recaídas e necessidade de encaminhamentos complementares.
O psiquiatra pode atuar nos sintomas de sono, humor, ansiedade, dor centralizada e medicamentos, em conjunto com outras áreas.
Sim. Dor persistente aumenta risco de sofrimento emocional, isolamento, insônia e perda de funcionalidade.
A avaliação ajuda a entender intensidade, duração, prejuízo funcional, comorbidades e o melhor caminho de cuidado.
Nem sempre. Medicações podem ser úteis em alguns casos, mas a indicação depende da avaliação clínica e dos objetivos do tratamento.
Sintomas físicos podem ter causas clínicas, emocionais ou combinadas. O teste ajuda a organizar a carga de sintomas antes da avaliação.
Alguns sintomas se sobrepõem. Explorar áreas relacionadas pode ajudar a entender melhor o quadro.
Atendimento presencial: Rua Carneiro Lobo, 570, sala 503, Curitiba-PR
Atendimento online: comodidade para pacientes de outros estados ou países.